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Economia Circular: resíduo como recurso

14-02-2018

O crescimento demográfico e económico da nossa sociedade acentua a escassez de matérias-primas e recursos, originando um cenário insustentável. Abandonar o modelo tradicional de economia linear (extrair-produzir-consumir-descartar) é imprescindível para a sustentabilidade do planeta. 

É tema central do Plano de Ação de Economia Circular da Comissão Europeia, promulgado em 2015, que pretende estimular a transição face a um modelo circular. Tem como objetivo fulcral estabelecer um sistema produtivo e de consumo eficiente no uso de recursos, para que estes sejam utilizados por mais que uma vez, contribuindo assim para uma sociedade sustentável a nível económico, social e ambiental. 

PERSU 2020 

De igual modo estão contemplados na normativa europeia, Diretiva Quadro de Resíduos (DQR) e portuguesa, o PERSU 2020 (Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos). A nível nacional, “Liderar a Transição” é o Plano de Ação para a Economia Circular para os próximos três anos (2017- 2020), o qual, delineia um modelo estratégico de crescimento e de investimento assente na eficiência e valorização dos recursos e na minimização dos impactos ambientais. 

Este é um documento que surge à luz dos compromissos internacionais de Portugal, como o Acordo de Paris, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e a própria União Europeia. Este Plano foi apresentado em Conselho de Ministros de Ambiente a 8 de junho e esteve em consulta pública até 30 de setembro. Nele começa-se por lembrar que, em cada ano são extraídas 65 mil milhões de toneladas de recursos do planeta, dos quais só se reciclam 7%. Prevê, entre outras ações, uma responsabilidade alargada do produtor na reutilização, o incentivo da produção circular, a educação para essa nova economia, o combate ao desperdício ou dar uma nova vida aos resíduos. 

Gestão de roupa usada na vanguarda da economia circular 

A preparação para a reutilização, a reciclagem de fibras têxteis e a valorização energética de roupa que não que já não se utiliza são as características principais que tornam possível a aplicação de um modelo de economia circular à gestão do têxtil usado. A Humana concentra os seus esforços na reutilização, dado que não há peça de vestuário mais sustentável do que aquela que já foi fabricada. Facto este, que posiciona a gestão de roupa usada na vanguarda da economia circular. 9 de cada 10 peças de vestuário usado são passíveis de ter uma segunda vida através da reutilização ou da reciclagem. 

Aplicando uma gestão adequada na última parte do ciclo de vida do têxtil pode-se reintroduzir estas peças de novo no processo, quer como roupas de segunda mão ou sob a forma outros produtos. Pela sua atividade, a Humana promove um modelo de economia circular através da preparação para reutilização do têxtil usado e a sua posterior valorização criando uma cadeia de valor que contribui para a sustentabilidade do planeta.