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Dia Mundial da Luta Contra a SIDA

29-11-2018

Este sábado comemora-se o Dia Mundial da Luta contra a SIDA, uma data que atinge o seu 30º aniversário. São já três décadas de luta contra o HIV, de apoio aos que vivem com este vírus. Nesta ocasião, ONUSIDA foca-se essencialmente na importância de que as pessoas conheçam o seu estado sorológico no que diz respeito ao HIV e à sua carga viral. “Vive a vida positivamente. Conhece o teu estado de HIV” é o lema escolhido ao qual se une a Federação Humana People to People e nós também. 


“Vivam a vida de forma positiva. Conheçam o vosso estado sorológico no que diz respeito ao HIV”, insiste o diretor executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/Sida (ONUSIDA), Michel Sidibé, que relembra que em 2017, até 9,4 milhões de pessoas desconheciam que viviam com uma doença potencialmente mortal mas possível de tratar, e necessitam submeter-se com urgência a tratamento e testes de HIV. “Se as pessoas não conhecem o seu estado sorológico, não podem proteger-se nem a eles nem às suas futuras famílias ou parceiros. Nem sequer estarão seguras de se o tratamento é efetivo nem se protege a sua saúde nem se evita a transmissão do HIV”, assegura.

 

Em 2017, um total de 1,8 milhões de pessoas foram detetadas com este vírus. Estes dados foram extraídos do relatório “Conhecimento é poder”, que oferece vislumbres de otimismo: cerca de 75% dos que vivem com HIV conhecem o seu estado, em comparação com o que sucedia em 2015, quando o registo era de 67%. Outro dado positivo: em 2017 os 21,7 milhões de pessoas que viviam com HIV (59% do total) tinham acesso a terapia antirretroviral, em comparação com os 17,2 milhões registados dois anos antes.

 


Monitorização da Carga Viral

 

O documento alerta que para que uma pessoa se mantenha saudável e previna a transmissão do HIV, este deve ser eliminado quando os níveis são indetetáveis ou muito baixos mediante a terapia antirretroviral sustentada. E insiste também que para a monitorização da carga viral ser efetiva, as pessoas que vivem com o vírus do HIV necessitam realizar anualmente os testes correspondentes. O relatório revela que 19,4 milhões de pessoas que vivem com o HIV ainda não eliminaram a sua carga viral.

 

De assinalar que enquanto que em algumas partes do mundo é fácil obter uma prova destas características e está integrada no tratamento, noutros lugares existe apenas uma máquina de carga viral para todo o país. “As provas de HIV e as provas de carga viral devem ser iguais e acessíveis para todos os que vivem com HIV, sem exceção”, defendem na ONUSIDA, e insistem em que são a única forma de conhecer o estado de saúde e adotar um plano de vida saudável.

 

Total Control of the Epidemic (TCE) e HOPE

 Na Humana Portugal e em parceria com a ADPP Moçambique e ADPP Guiné Bissau levamos a cabo dois programas para combater a doença: Total Control of the Epidemic (TCE) e HOPE (Esperança). O primeiro leva já 17 anos implementado e está presente em mais de 300 comunidades em colaboração com os respetivos governos, combate o HIV e a SIDA mediante a prevenção, a atenção e o apoio à comunidade. Foi posto em marcha com uma estratégia de porta a porta, o que permitiu oferecer conselhos e informação fundamental sobre os testes para o HIV, os métodos de prevenção, o que significa ser HIV positivo, o acesso ao tratamento e como conseguir eliminar o vírus. Desta forma conseguimos alcançar mais de 5 milhões de pessoas nas comunidades africanas.

O outro projeto de prevenção e cuidados do HIV baseado na comunidade, implementado pela ADPP – denominado HOPE tem como alvo grupos especiais de alto risco, como os camionistas, mulheres grávidas infetadas pelo HIV e órfãos e crianças vulneráveis, e inclui diversas atividades destinadas a alcançá-las de forma mais eficaz, incluindo atividades nos seus locais de trabalho, realização de testes na comunidade, mobilização para a circuncisão masculina e Prevenção da Transmissão Vertical do HIV (PTV).

 

A estratégia 90-90-90

 

Passada essa fase inicial, o programa TCE foi alinhado de acordo com as metas da ONUSIDA 90-90-90: 90% das pessoas diagnosticadas; destas, 90% em tratamento e destas, 90% com carga viral indetetável.

Os testes são dirigidos a grupos especiais, por exemplo, homossexuais que não utilizam proteção nas suas relações, mulheres jovens e trabalhadoras sexuais.

 

O programa tem um papel fundamental na luta contra a propagação do HIV, da SIDA e da tuberculose. Os projetos levados a cabo pelos nossos parceiros em cerca de 13 países alcançaram já 8,9 milhões de pessoas em África e Ásia.


Por sua vez, o programa HOPE centra-se em apoiar as pessoas mediante o impulso de estruturas sanitária locais que promovam a administração de antiretrovirais e a adesão aos tratamentos. HOPE oferece sobretudo apoio e medidas para que não abandonem a medicação e trata de conectar a população com os respetivos sistemas de saúde nacionais.


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