Lojas HUMANA

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Dia Mundial da Reciclagem: Cumprirá Portugal com as metas exigidas para 2020? E a partir de 2025 haverá mais contentores para depositar o têxtil usado?

17-05-2019

A partir de 2025 a Recolha Seletiva será obrigatória, mas até lá ainda há um longo caminho a percorrer e várias metas que cumprir. Até 2020, de acordo com o PERSU (Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos), Portugal deveria alcançar os 50% no que diz respeito à preparação para reutilização e reciclagem. No entanto em 2017 ficámo-nos apenas pelos 28,4% e a má notícia é que o tempo escasseia.

 

No Dia Mundial da Reciclagem, que se celebra a 17 de maio, aproveitamos para relembrar e sublinhar a importância dos 3 R’s: Reduzir, Reutilizar e Reciclar. A nossa única opção sob pena de esgotarmos os recursos do planeta e colocarmos em risco o nosso próprio bem-estar económico e social.

Nos dias de hoje torna-se essencial prolongar a vida útil dos objetos e materiais, mas acima de tudo, recusar o descartável.

 

A importância da reutilização e o impacto ambiental

 

No que diz respeito ao sector do têxtil sabe-se que das 195 mil toneladas das quais os portugueses se desfazem, apenas 4,3% se recolhe seletivamente, de acordo com os dados do PERSU.

Apesar de haver cada vez mais comunicação e alertas sobre o impacto do fabrico do têxtil no meio ambiente, há ainda pouco conhecimento por parte do cidadão sobre o que fazer com a roupa e calçado que já não quer.

Na Humana trabalhamos desde 1998 na recolha e gestão de todo o tipo de têxtil que é descartado pelos portugueses. Nos nossos mais de 1000 contentores, espalhados de norte a sul do país podem ser introduzidas roupas, calçado, acessórios e têxtil do lar.

Segundo dados da Comissão Europeia sabemos que por cada kilo de roupa que se reutiliza estamos a evitar a emissão de cerca de 3,169 kg de CO2 para a atmosfera. Anualmente recolhemos em média cerca de 3.000 toneladas de têxtil o que quer dizer que com a reciclagem/reutilização desse têxtil evitamos a emissão de 9.507 kg de CO2 para a atmosfera.

 

Humana e a sua rede de lojas secondhand  - um modelo circular

 

Como organização de referência na recolha seletiva de têxtil em Portugal, a Humana gere as doações de roupa e calçado dos cidadãos com o fim de obter o máximo aproveitamento dos têxteis descartados, dando-lhe uma segunda vida e favorecendo o modelo da economia circular.

Sabia que 9 em cada 10 peças de roupa usadas são passíveis de ter uma segunda vida através da reutilização ou reciclagem? Passar de um modelo de economia linear para circular é indispensável para a sustentabilidade da indústria da moda e do planeta. Desenvolvendo uma gestão apropriada do têxtil ao longo do seu ciclo de vida torna possível a sua reintrodução no mercado como peça em segunda mão ou em forma de outro produto.

 

E é por isso que através da nossa rede de 12 lojas secondhand, incentivamos à reutilização e ao consumo sustentável e responsável. Tudo isto com um fim social.

Só nos últimos 3 anos recebemos cerca de 900 240 clientes, que optaram por dar uma segunda vida a mais de 2.194,761 peças de roupa, calçado e acessórios.

 

 

Recolha seletiva obrigatória a partir de 2025

 

Felizmente, a União Europeia (UE) determinou que o têxtil que é descartado deverá recolher-se seletivamente de modo obrigatório antes de 2025, o que permitirá a seleção do que pode ser reciclado ou reutilizado. Uma medida que visa criar uma maior rede de gestão sobre estes resíduos têxteis, evitando assim que prejudiquem o ambiente e educando os cidadãos para um consumo mais consciente.

Até lá há ainda muito a ser feito, faltam medidas legislativas, é necessário aumentar ações de sensibilização e consciencialização, reforçar a transparência do sector de gestão de resíduos e facilitar meios de depósito de doações em contentores apropriados aos cidadãos-

Portugal conta atualmente com mais de 43 mil ecopontos, ou seja, um ecoponto por cada 250 portugueses. Em 2025 espera-se que este número aumente significativamente.