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A importância de ficar ao lado das comunidades do sul

05-04-2020

A favor dos países africanos, o fato de ter uma grande experiência no combate a outras crises de saúde, como a causada pelo vírus Ebola, é importante. A idade média da população é muito baixa, o que sugere que ela pode ser mais resistente ao vírus COVID-19. Além disso, ainda há especulações de que em áreas com climas mais quentes, a propagação diminui.

Contra a África, existe um sistema de saúde muito fraco, quase sem recursos humanos e técnicos. Além disso, várias áreas já são atormentadas por outras pandemias, como HIV, malária e tuberculose, que colocam uma parte da população em uma situação de maior vulnerabilidade. O acesso à água corrente é limitado para muitas comunidades, o que é uma desvantagem para garantir a higiene das mãos, tão necessária para combater o COVID-19 e outras doenças contagiosas.

ADPP Moçambique e as medidas preventivas tomadas

Neste contexto complexo, os parceiros da Humana na África continuam trabalhando da melhor maneira possível e levando em consideração as restrições de mobilidade existentes. No caso de Moçambique, o número de casos permanece relativamente baixo. No entanto, os efeitos da pandemia já estão sendo observados: perda de empregos, aumento dos preços dos alimentos e falta de acesso à água e ao saneamento.

Em Moçambique,  os números continuam a ser mais baixos do que na maioria dos países do mundo, no entanto o país já está a sofrer dos numerosos impactos colaterais da pandemia, tais como perda de emprego, aumento dos preços dos alimentos e falta de acesso a materiais WASH. Como sabemos que, se o país fôr severamente atingido pelo vírus, terá um impacto trágico e esmagador na vida dos mais vulneráveis.

A ADPP Moçambique está preocupada com o impacto do Covid-19 no nosso país e por isso, começou cedo a tomar medidas para proteger os mais vulneráveis, mas também os mais próximos de nós, tais como: os trabalhadores, estudantes, e as comunidades que já apoiamos, que somam quase 3 milhões de pessoas aqui em Moçambique. Já implementámos várias medidas de saúde em todos os nossos escritórios, escolas e sedes, fechámos todas as escolas e realocámos 2.000 alunos em 2 dias, iniciámos trabalho remoto sempre que possível, e lançámos uma comissão e grupo de apoio com médicos e outro pessoal de saúde para apoiar todas as pessoas que estão ligadas a nós, trabalhadores ou beneficiários.

No entanto, porque nós da ADPP não deixamos ninguém para trás e sabemos que as pessoas mais vulneráveis, que já sofrem de HIV, tuberculose, desnutrição ou qualquer outra vulnerabilidade serão severamente afectadas por essa pandemia, mesmo que o vírus não tenha uma curva tão crescente, aqui como em outro lugar.

Num país onde mais de 90% da população vive do sector informal, em lares sem condições e sem acesso a água potável, é tempo de nos defendermos. Sem deixar ninguém para trás e acreditamos firmemente que ninguém deve ser deixado para trás.

Para isso, pedimos a todos os nossos parceiros, amigos e doadores que se aproximem de nós e juntos, descubramos como podemos continuar a apoiar estas comunidades.

Os testes e o tratamento para o HIV não podem parar. O impacto económico do vírus COVID19 não pode diminuir a nutrição de crianças e jovens e comunidades já desnutridas. A frágil economia dos vendedores ambulantes de roupas, alimentos ou qualquer outro item da economia informal não pode nem ser abalada, nem mesmo destruída.

 Porque não estamos apenas diante de um vírus, estamos diante de uma ameaça para todas as partes de uma sociedade.

 Nós da ADPP não deixamos ninguém para trás. Ajude-nos a fazer isso.